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Para relaxar: a cigarra e a formiga

Posted by Flor de Lotus on 11:12

A formiga boladona (sensacional)

Era uma vez, uma formiguinha e uma cigarra muito amigas.
Durante todo o outono, a formiguinha trabalhou sem parar, armazenando comida para o período de inverno.

Não aproveitou nada do sol, da brisa suave do fim da tarde e nem o bate-papo com os amigos ao final do trabalho tomando uma cervejinha gelada.
Seu nome era 'Trabalho', e seu sobrenome era 'Sempre'.

Enquanto isso, a cigarra só queria saber de cantar nas rodas de amigos e nos bares da cidade; não desperdiçou nem um minuto sequer.

Cantou durante todo o outono, dançou, aproveitou o sol, curtiu prá valer sem se preocupar com o inverno que estava por vir.

Então, passados alguns dias, começou a esfriar. Era o inverno que estava começando.

A formiguinha, exausta de tanto trabalhar, entrou para a sua singela e aconchegante toca, repleta de comida. Mas alguém chamava por seu nome, do lado de fora da toca.

Quando abriu a porta para ver quem era, ficou surpresa com o que viu.
Sua amiga cigarra estava dentro de uma Ferrari amarela com um aconchegante casaco de vison.

E a cigarra disse para a formiguinha:
- Olá, amiga, vou passar o inverno em Paris.
- Será que você poderia cuidar da minha toca?
- E a formiguinha respondeu:
- Claro, sem problemas!
- Mas o que lhe aconteceu?
- Como você conseguiu dinheiro para ir à Paris e comprar esta Ferrari?

E a cigarra respondeu:
Imagine você que eu estava cantando em um bar na semana passada e um produtor gostou da minha voz. Fechei um contrato de seis meses para fazer show em Paris...
À propósito, a amiga deseja alguma coisa de lá?

Desejo sim, respondeu a formiguinha. Se você encontrar o La Fontaine (Autor da Fábula Original) por lá, manda ele ir para a 'PQP!!!'

Moral da História:
Aproveite sua vida, saiba dosar trabalho e lazer, pois trabalho em demasia só traz benefício em fábulas do La Fontaine e ao seu patrão. Trabalhe, mas curta a sua vida.
Ela é única!!! Se você não encontrar a sua metade da laranja, não desanime, procure sua metade do limão, adicione açúcar, pinga e gelo, e... Seja feliz !

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Loucuras da modernidade

Posted by Flor de Lotus on 10:37

O mundo anda muito louco, né não? Que tantas tecnologia vem mudando o relacioanmento das pessoas, ninguém questiona. Mas a notícia reproduziada abaixo me deixou boquiaberta. como pode aocntecer uma coisa dessas? Será que não é hora de começarmos um retorno ao mundo real? Estamso sofrendo de esquizofrenia virtual...

Uma família australiana descobriu que o filho tinha morrido após ler comentários na rede social Facebook, na Internet
Ao acessar o website esperando ler mensagens de "feliz aniversário" na manhã de domingo, as gêmeas Angela e Maryanne Vourlis souberam da morte do irmão mais novo, Bobby Vourlis, de 17 anos, em um acidente de carro em Sydney, por mensagens de "descanse em paz" enviadas para a página dele.

As gêmeas avisaram a mãe imediatamente, que ligou para a polícia e recebeu a confirmação da morte de Bobby, seis horas após o ocorrido.

Segundo a polícia, o atraso em comunicar a família deveu-se à dificuldade de confirmar a identidade do adolescente. No momento da ligação da família à polícia, um oficial encaminhava-se para a casa dos familiares para comunicá-los.

Bobby, que trabalhava como mecânico de barcos, foi um dos três adolescentes que morreram no acidente de carro que, ao perder o controle, bateu em um poste às 3h15 da madrugada, numa noite em que chovia muito em Sydney.

O adolescente morreu instantaneamente, enquanto o motorista, de 19 anos, e uma das três passageiras sentadas no banco de trás, morreram no hospital, horas depois do acidente. As outras duas passageiras de 15 anos sobreviveram.

Uma página batizada de R.I.P. Bobby Vourlis (“Descanse em paz, Bobby Vourlis, em tradução literal) foi criada no Facebook para que amigos e conhecidos pudessem entrar em contato.

Até agora, milhares de pessoas, conhecidas ou não de Bobby, prestaram homenagem ao adolescente deixando mensagens.

Segundo o professor de cultura e mídia David Ritchie, da Universidade de Deakin, na Austrália, há uma grande mudança quanto à forma de enviar condolências hoje em dia, com pessoas usando cada vez mais a Internet em vez de visitar a família ou o cemitério.

Para Ritchie, as pessoas sentem necessidade de expressar sua dor e comoção em massa, e o Facebook, segundo ele, está sendo usado nesse sentido.

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Frase do dia

Posted by Flor de Lotus on 09:31

De um amigo sobre um projeto que estava difícil de sair:

Esse projeto está mais difícil que parto de ouriço!

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Caim e Abel

Posted by Flor de Lotus on 09:26

Caim e Abel se conheciam desde os tempos da faculdade e eram praticamente irmãos. Juntos criaram uma empresa de consultoria – ainda na faculdade -, juntos se formaram. Juntos decidiram vender sua empresa para uma grande consultoria e juntos decidiram virar sócios da empresa grande. Formavam uma parceira perfeita: Abel vendia projetos como ninguém; Caim colocava em prática como ninguém os projetos vendidos.
Assim foi durante muito tempo, até que Abel foi convidado a alavancar uma filial da empresa no exterior. Recebeu um enorme desafio, mas, confiante de sua capacidade, lá se foi. Aprendeu a língua e os costumes locais, ficou longe de sua família, perdeu muitas noites de sono, mas, depois de dois anos, a filial estava a plenos pulmões, dando lucro.
Nesse ínterim, Caim ficou tocando as coisas – bem como sempre – porém, como não sabia vender novos projetos, a empresa começou a ter dificuldades financeiras. Abel foi, então, convidado para uma conversa. O papo foi reto. O presidente propôs um novo desafio: voltar para o Brasil, salvar a filial daqui e demitir Caim, visto que ele não sabia vender.
Abel, estupefato, disse logo que essa não era uma boa saída. Afinal, Caim e Abel eram complementares. Se ficasse somente Abel, novos projetos seriam vendidos mas não haveria ninguém para executá-los, e o problema seria ainda maior. Abel fez uma contraproposta: reduza 50% do salário de cada um de nós ao invés de demitir um e me dê um ano para voltar a vender com antes. Se eu conseguir, você volta com nossos salários ao que eram. O presidente topou.
Enquanto isso, Abel retomou seus contatos e começou a vender. 11 meses depois da conversa fatídica, Abel foi chamado à sala do presidente mais uma vez. Achou que seria parabenizado, pois em um ano conseguiu superar a meta de vendas projetada e estabilizar financeiramente a empresa. Qual não foi sua surpresa quando viu Caim sentado na mesa do presidente. Caim informou-lhe que ele estaria demitido a partir daquela data e que ele, Caim, seria o novo presidente da empresa.
Abel perdeu o chão. Sentiu-se traído, praticamente morto. A essa altura, com quase 60 anos, quem o contrataria? E – pior – como esperar um golpe desses do seu amigo de 40 anos?
Abel decidiu tirar um ano sabático e pensar. Estava por demais frustrado. Há anos não tirava férias com a família, então arrumou as malas e partiu para uma viagem com todos, como antes o trabalho não permitiria. Na primeira semana de viagem recebeu um telefonema de outra grande consultoria, convidando-o para ser sócio de lá. Aceitou, claro, mas somente após seis meses de férias com a família. E lá se foi ele, trabalhando e conquistando espaço.
Já Caim, perdeu seu emprego seis meses depois, quando a empresa fechou sua filail no Brasil. Dizem que ele surtou quando percebeu que foi usado e ainda traiu seu amigo. Alguns comentam que tem um mendigo na Cinelândia muito parecido com ele...

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Flexibilidade

Posted by Flor de Lotus on 03:59

Ando tendo minha flexibilidade / resiliência tão exigidas que só consigo pensar em uma coisa:

Ainda bem que, diferente da pele, flexibilidade corporativa não causa estrias...

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Tempo

Posted by Flor de Lotus on 08:58

Gente, a esquizofrenia é muita mas o tempo é pouco. Aliás, já pararam pra pensar como é o tempo? A gente faz tudo pra racionalizá-lo, consegue mensurá-lo, aprisionando-o em horas, minutos e segundos, mas não consegue dominá-lo. Mesmo preso na nossa marcação, esse é todo o controle que podemos exercer. Por isso aquela sensação que temos que por vezes nos faz sentir 1 hora passar como 1 minuto e, por outras, a mesma medida de hora parece durar 5 horas... Se estamos ansiosos por um compromisso, por exemplo, e a hora marcada é 18 horas, a gente tem a impressão que o relógio rodou seus ponteiros, chegou até as 22 horas, mas não marcou as 18. É o vulgo: parece que o relógio dá 22 horas, mas não dá 18...
Pois é, maluquices dos tempos atuais... Tudo isso pra dizer que o gerenciamento do meu tempo não anda lá essas coisas e eu não tenho conseguido postar nada...

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Botando ordem no beco

Posted by Flor de Lotus on 07:32

Um belo dia o Guarda Belo passou pelo beco do Manda Chuva e resolveu organizar aquilo tudo. Com o objetivo de botar ordem no beco, contratou uma Consultoria Externa. Não consultou o Manda Chuva, pois sua missão é a de ordenar as coisas, enquanto a função do Manda Chuva é ser gato.
Contratada a consultoria, essa dirigiu-se ao beco e foi se apresentar. O Manda Chuva e toda a sua turma a hostilizaram. Não queriam aquele negócio de organização e não confiavam naquela consultoria. Aos poucos, a consultoria foi fazendo seu trabalho. Apanhou muito, várias informações foram omitidas, outras fantasiadas, mas, ao final de sete meses, a cosnultoria entregou ao Guarda Belo um diagnóstico. Guarda Belo então mostrou o tal diagnóstico ao Manda Chuva e o convenceu (sabe-se lá como) a implantar algumas ações recomendadas pela consultoria. O Batatinha, que ficava em uma gerência recém criada no Beco, ficou empolgado e viu no trabalho da consultoria uma chance de melhorar seu trabalho.
Iniciada a implantação das ações recomendadas, a consultoria decidiu iniciar seu trabalho pela área do Batatinha, mas com medo de algo dar errado, começou em paralelo o trabalho na área do Bacana.
O trabalho na área do Bacana ocorreu muito bem e o Bacana contou pros outros gatos que estava gostando. O Manda Chuva mudou sua visão da consultoria e passou a apoiá-la, defendê-la e lutar para que ela fizesse todo o seu trabalho nas áreas de todos os gatos do Beco. Até o Chuchu, que no começo resistiu muito, convidou a mesma consultoria para fazer um outro trabalho para ele. A consultoria estava feliz com a reversão da situação.
Batatinha, empolgado com a oportunidade de fazer seu serviço andar, conversou muito com a consultoria e esta propôs um sistema para melhorar a área dele. Batatinha e consultoria definiram as necessidades do sistema, prepararam os cálculos de retorno de investimento e foram apresentar a proposta para o Manda Chuva e o Guarda Belo. Aí deu-se o caos. O Guarda Belo deixou claro que não vai com a cara do Batatinha. O antes desconfiado Manda Chuva brigou como Guarda Belo para defender o Batatinha. E ninguém se entendeu. A consultoria argumentou o quanto pode, mas depois teve que se recolher ao seu posto. Por causa de uma birra pessoal, Batatinha ficou sem sistema; Manda Chuva parou de falar com Guarda Belo; a consultoria não conseguiu implantar todas as suas propostas.

Moral da história 1: Nem sempre os gestores são imparciais.
Moral da história 2: Nem tudo uma consultoria externa consegue resolver...

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